Do que se trata? Uma possível resposta

Autor: Héctor Alberto Krakov

Sociedade: Asociación Psicoanalítica Argentina

Email: hectorkrakov@gmail.com

Título: ¿De qué se trata? Una respuesta posible

Edição: Buenos Aires, 2018

Palavras chave: cambio psíquico, desidentificación, escucha, proceso psicoanalítico, sujeto.

Contracapa

O título deste livro, Do que se trata, questiona sobre o fator terapêutico da psicanálise. É uma pergunta que põe em questão o trabalho clínico psicanalítico e, pela sua vez, por que e como um tratamento de análise “cura”. Abordar este tema se fundamenta em que a questão ainda continua vigente, apesar dos desenvolvimentos conceituais que provêm das diferentes escolas em psicanálise. Por isso, o subtítulo do livro indica com clareza a minha intenção: proponho dar uma possível resposta ao questionamento.  Assim, na primeira parte do livro exponho uma sequência gráfica em que ofereço uma visão panorâmica de aparatos psíquicos, tal como os próprios autores modelizaram. Vale ressaltar que, de modo inaugural para um texto psicanalítico, cada gráfico inclui no final um código QR. Um leitor de códigos, que pode ser baixado do Google no celular, permite escaneá-los e envia, automaticamente, para um vídeo de YouTube. Dessa maneira, pode-se ver como são montadas as imagens da sequência, explicadas verbalmente por mim. Na segunda parte do livro trato sobre temas específicos da clínica: o modo em que aparece o material na sessão individual, exemplificações de sonhos, dois casos de pacientes: Leandro e Hernán, para finalmente destacar a relação entre tramitação em ato e mudança psíquica. Em seguida, dedico-me à clínica de casais através de dois exemplos: Estela e Juan, e Jazmín e Roberto. É no capítulo 6, com o que já foi exposto, onde tento dar uma possível resposta ao questionamento. Estou convencido que a pré-condição para a mudança psíquica se sustenta na apropriação subjetiva por parte do paciente de um “fazer distinto do analista”. São momentos, nas cenas atualizadas em transferência, nos quais encarnamos “seu lugar” na repetição insistente enquanto que ele está identificado com o “outro”. Será a apropriação por parte do paciente deste “fazer distinto” do analista, diferente “daquele fazer”, o que vai permitir desarticular o vínculo “sujeito-outro” e que a repetição colapse. A terminologia clássica pressupõe um processo de desidentificação, enquanto que nos conceitos cunhados por mim implicará “desancoragem e mudança subjetiva” de uma determinada posição sujeito. Finalmente, talvez disso se trate “curar” com psicanálise.

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