Crônica psicanalítica da pandemia

Título:  Crônica psicanalítica da pandemia

Lugar de edição:  Santiago do chile.

Editora:  Corp Sintesys / Associação Internacional de Psicanálise através da arte

Ano de edição:  2020.

Palavras-chave: Darwinismo social, Negação maníaca, Narcisismo maligno, Duelo global , Utopia, Complexidade.

Texto da contracapa

Este volume, escrito para todos, trata do profundo impacto que a Pandemia ou Sindemia teve em nossa psique, na sociedade e na cultura. Primeiramente, é responsável por um fenômeno perturbador e repetidamente negado, ou seja, as estratégias do darwinismo social – seleção natural – postas em prática por alguns governos à sombra da frase infame de H. Spencer “A sobrevivência do mais apto” e de deixando ir. O darwinismo social como um vírus oculto surgiu e apareceu na pandemia porque estava latente no inconsciente de muitos. O capítulo dedicado ao “clube dos narcisistas malvados” nos alerta como esses personagens antiéticos, sem princípios, sem culpa e hiperviolentos chegaram ao poder, já que sua onipotência e distorções pessoais colocaram em perigo suas respectivas sociedades. Estamos em péssimas mãos. Do lado oposto, os movimentos sociais da última década e a pandemia aceleraram a necessidade de uma nova ordem mundial e de uma nova forma de ser e estar no mundo. Surge então o que se conhece como “mal-estar além da pandemia”, que tem datas e nomes nos diversos territórios da aldeia global. A psicanálise crítica não só não deixa passar os acontecimentos, como avança no reconhecimento dessas e de outras verdades que, ao serem reveladas, perturbam e perturbam até as mentes mais lúcidas. Hoje o mundo está entrando em luto pelo que se pode chamar de “luto global”, que tem uma relação anterior com o luto pessoal e nacional. Aonde ir? No último capítulo “Algo bom sobre o que virá depois de amanhã”, o autor propõe que a transformação virá depois de traçarmos as novas diretrizes e estratégias para uma vida diferente; quando chegamos e aceitamos o paradoxo do equilíbrio instável, uma condição para o resto de toda a vida. A utopia possibilita o novo mundo no imaginário e na concretização da relação, de um sonho e da construção de outra vida. A transformação virá assim que os duelos pessoais e sociais forem superados, depois de se libertar da quarta ferida narcísica que Covid-19 infligiu à humanidade. Um ser humano singular e plural que sente e pensa (nessa ordem) avançando e criando uma nova consciência planetária, colocando a criatividade que é inerente a cada ser humano, esboçando, desenhando, pintando e ensaiando um presente que está por vir.

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